Desafios Éticos na Geriatria Aguda e o Papel do ACP
Estudo qualitativo com 24 clínicos noruegueses mapeia quatro desafios éticos da geriatria aguda e o papel do Planejamento Antecipado de Cuidados na prática.
Ler artigo →<p>Publicações sobre bioética clínica e tomada de decisão em saúde.</p>
Estudo qualitativo com 24 clínicos noruegueses mapeia quatro desafios éticos da geriatria aguda e o papel do Planejamento Antecipado de Cuidados na prática.
Ler artigo →Estudo com 134 pessoas no Vietnã mostra que, no primeiro mês de cuidados paliativos, os sintomas físicos recuam muito mais rápido que os sintomas emocionais.
Ler artigo →Em uma década, o celular chegou a 70% da população da África Subsaariana. O cuidado paliativo, a menos de 5%. O que revela uma revisão de 35 estudos científicos
Ler artigo →Um estudo de viabilidade testou cuidados paliativos logo após o diagnóstico de demência. Pacientes e cuidadores pediram para mudar até a linguagem usada.
Ler artigo →Uma revisão sistemática com 205 estudos e 46.579 pessoas mostra que evitar falar sobre um prognóstico incerto está associado a mais sofrimento, não a menos.
Ler artigo →35 estudos, 13 ferramentas de triagem paliativa: a maioria mede quando o paciente vai morrer. Apenas 2 incorporam dimensões psicológicas e espirituais.
Ler artigo →Revisão de vida em paliativos: alivia ansiedade e bem-estar espiritual, mas não muda QOL global. O contraste que revela a multidimensionalidade do sofrimento.
Ler artigo →Para pessoas vivendo com HIV, a maior prioridade no fim da vida não é estar em casa: é não ser julgadas. Um estudo com 90 pessoas revela como décadas de estigma moldam o acesso a cuidados paliativos — e por que o problema não está no paciente, mas no sistema.
Ler artigo →Uma ferramenta clínica traduzida para linguagem simples permite que pacientes, famílias e agentes de saúde identifiquem precocemente quem precisa de cuidados paliativos. O estudo do SPICT-4ALL mostra como a língua pode ser, ela mesma, uma barreira de acesso — e como removê-la.
Ler artigo →Pacientes sem família, sem diretivas antecipadas e sem capacidade decisional são os mais vulneráveis no fim da vida. Como garantir que suas vozes sejam ouvidas — mesmo quando não podem falar?
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